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Bruna Marquezine expõe pressão da indústria e diz ter vivido “pré-crise existencial” antes dos 30

Bruna Marquezine voltou a levantar uma discussão importante sobre etarismo e padrões irreais impostos às mulheres no meio artístico. A atriz participou do Angélica ao Vivo na noite de quinta-feira (13/11), ao lado de Heloisa Périssé e Marcos Palmeira, e abriu o coração ao falar sobre como a chegada dos 30 anos mexeu com sua autoestima e suas expectativas de vida.

Bruna contou que começou a sentir o peso da cobrança muito antes de completar três décadas. Entre os 28 e 29 anos, segundo ela, surgiram questionamentos intensos e um desconforto difícil de explicar. “Foi quase uma crise antecipada. A sensação de que eu precisava corresponder a tudo o que esperam de uma mulher jovem é muito forte. A indústria é implacável”, disse.

A atriz criticou a forma como o show business costuma acelerar o relógio das mulheres, tratando qualquer sinal de amadurecimento como algo negativo — mesmo quando elas ainda são jovens. “É cruel perceber como tentam nos convencer de que estamos envelhecendo antes da hora. E isso impacta em tudo, inclusive no desejo de ser mãe. Basta uma conversa com o médico errado para você sair arrasada”, comentou.

Apesar disso, Bruna afirmou ter acolhido sua nova fase com leveza. “Quando o 30 finalmente chegou, eu abracei. Parece contraditório, mas foi libertador.”


Heloisa Périssé defende que maturidade é um renascimento: “Estou vivendo meu auge”

No mesmo programa, Heloisa Périssé, prestes a completar 60 anos, trouxe uma visão otimista e cheia de vitalidade sobre o envelhecer. Com bom humor, ela descreveu a maturidade como uma “segunda adolescência”, porém mais consciente e segura.

“Eu me sinto uma mulher 60 menos, e nunca estive tão plena. A segunda adolescência é a melhor fase: já temos nossa independência, nossa história e não acreditamos mais que o mundo vai acabar por causa de um coração partido”, brincou.

A atriz também falou sobre como a luta contra um câncer de glândula salivar transformou sua relação com o tempo e com a vida. “Eu fiz amizade com o tempo e com a morte. Quando entendemos que estamos só de passagem, tudo muda de perspectiva. Passamos a valorizar o que importa, a agir com mais empatia e a viver de maneira mais verdadeira”, refletiu.

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